Veja você,
Arco-iris já mudou de cor
Uma rosa nunca mais desabrochou
Não quero ver você
Com esse gosto de sabão na boca
Veja meu bem, gasolina vai subir de preço
Eu não quero nunca mais seu endereço
Ou é o começo do fim… ou é o fim…
Eu vou partir
Pra cidade garantida, proibida
Arranjar meio de vida, Margarida
Pra você gostar de mim
E essas feridas da vida, Margarida
Essas feridas da vida, Margarida
Pra você gostar de mim…
Começou o clima de despedida, um pra cada lado, fim do mundo de 4 anos felizes, descompromissados e maravilhosos (universitários, enfim) que tivemos. Agora é voltar pra casa passar o Natal e depois entrar na vida – esse monstro enorme, repugnante e do qual têm nos falado negativamente desde a primeira segunda-feira de aula na sala 102: o jornalismo.
Essa música está na minha cabeça há dias. É do Vital Farias, mas eu gosto dela na versão da Elba Ramalho (no “O Grande Encontro 3″). Resume um pouco do que ando sentindo agora, com essa fase de transição entre uma existência parasitária e outra proletária.
Prometo que vou atualizar essa cachaça aqui com mais freqüência. Palavra de escoteiro.
Samia Salamia disse
Caroleta queriuda! Ao menos o blog é uma boa ocupação para a fase transitória, daqui a pouco me rendo eu! ahahahahahah Mas escuta, tenho uma pauta para ocupar teu mini ócio. A modelo aquela que tu dançou junto deve passar o Natal nos pampas. Entrevista ela com exclusividade, publica aqui, vende pra Vogue e fica rica. Pronto. Problemas resolvidos.
Vou passar sempre que eu lembrar por aqui. Deixa o link no msn que eu lembro =)
Beijos, se cuida e reza pra nona não fazer risoto
Roberta disse
Carol, o importante é a gente estudar o Master, o resto vem com o tempo… hehehe Bjos
Tici disse
Não deu a Abril, mas trabalharemos juntas na RBS mesmo!
Vc não vai conseguir se livrar de mim tão cedo, baixinha! =P
beijitos